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Fórum Econômico Mundial - Novos Faróis de Tecnologia e Inovação para a Indústria 4.0

Atualizado: 23 de Jan de 2019


O Fórum Econômico Mundial de Davos acabou de anunciar a inclusão de 7 novas fábricas à sua rede de "Faróis da Manufatura" (em analogia aos faróis náuticos, que indicam o caminho a seguir), sendo essas as fábricas com a mais moderna tecnologia e que atuarão como líderes mundiais para adoção e integração, com sucesso, das tecnologias de ponta da Indústria 4.0.

Esses novos "Faróis" se juntam a um grupo já composto por outras nove empresas, apresentadas em 2018. Todas selecionadas de uma lista inicial de 1000 fabricantes e com base na bem sucedida implantação de Tecnologias da 4ª Revolução Industrial, tendo impacto financeiro e operacional positivo.


O grande propósito dessa comunidade é auxiliar a transposição dos desafios experimentados pelas indústrias, tanto em economias avançadas como emergentes, quando atualizam sua tecnologia. Um trabalho prévio do Fórum Econômico Mundial identificou que mais de 70% dos negócios que investem em novas tecnologias, como Big Data Analytics, Inteligência Artificial ou Impressão 3D, não avançam da fase piloto. Em resposta, todos os "Faróis" do grupo concordaram em abrir suas portas e compartilhar sua tecnologia com outras empresas de manufatura.


Esses novos "Faróis" representam uma gama de indústrias e localizações geográficas, com fábricas localizadas na Europa, duas na China e uma no Oriente Médio. Importante ressaltar que essa lista também contém um negócio de porte médio - a italiana Rold - já que as empresas relatam que um desafio frequente é a falta de escala e recursos para implementar tecnologias avançadas a um custo acessível.


Os novos "Faróis da Manufatura" são:


BMW Group (Regensburg Plant, Germany)

Danfoss, Commercial Compressors (Tianjin, China)

Foxconn (Shenzhen, China)

Rold (Cerro Maggiore, Italy)

Sandvik Coromant (Gimo, Sweden)

Saudi Aramco Uthmaniyah Gas Plant (Uthmaniyah, Saudi Arabia)

Tata Steel (IJmuiden, The Netherlands)


Abaixo a lista completa:


O Brasil, porém, ainda deve muito nesse assunto. Estudos da Confederação Nacional da Indústria - CNI, apontam que mais da metade dos segmentos industriais brasileiros não são plenamente competitivos.


Brasil: menos produtividade e competitividade

— Temos uma economia de baixo investimento desde os anos 1990 e dificuldades de acompanhar as inovações do resto do mundo. No geral, nosso maquinário e bens de capital são relativamente velhos e fora da fronteira tecnológica, o que resulta em menos produtividade e competitividade — avalia Rafael Cagnin, economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).


Quem não se preparar, ficará para trás ou não sobreviverá.

Aderir à Indústria 4.0 não é mais uma escolha

— Precisamos de um esforço do governo no apoio a pesquisas de desenvolvimento e inovação e à concessão de crédito para atravessar esse cenário — diz João Emílio Gonçalves, gerente executivo de Política Industrial da CNI. — Aderir à Indústria 4.0 não é mais uma escolha, pois não há como desassociá-la do aumento da competitividade.



É o momento de se atualizar, revisar seus processos e operações, alinhar seus métodos produtivos para, então, adotar e instalar as novas tecnologias de maneira efetiva e a um menor custo.


Fazer parte da nova revolução industrial e adotar a nova forma de produzir de forma eficiente é o que diferenciará as melhores empresas e trará vantagem competitiva em um mundo altamente dinâmico.


E nesse ponto, a Ohio Business Consulting está pronta para ajudar, preparando a transição e identificando as melhores opções de tecnologias e ferramentas que auxiliarão sua empresa a se destacar no mercado.


Acesse nosso site e descubra como sua empresa pode Fazer Melhor. Sempre.

O programa de Faróis foi conduzido em colaboração com a McKinsey.

O Fórum Econômico mundial também publicou o artigo Fourth Industrial Revolution: Beacons of Technology and Innovation in Manufacturing, que apresentada detalhes do projeto até o momento.

Artigo do Fórum Econômico Mundial: https://bit.ly/2AI45lF


Fontes: Fórum Econômico Mundial e Jornal "O Globo" - Rio de Janeiro

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